Como os petistas destruiram as plantações de cacau no Sul da Bahia, geraram 200.000 desempregados e prejuízos de mais de 10 bilhões de dólares. ~ fmesperancanossa.

Anuncios


segunda-feira, 15 de abril de 2019

Como os petistas destruiram as plantações de cacau no Sul da Bahia, geraram 200.000 desempregados e prejuízos de mais de 10 bilhões de dólares.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto
Como os petistas destruiram as plantações de cacau no Sul da Bahia, geraram 200.000 desempregados e prejuízos de mais de 10 bilhões de dólares. O Brasil, que era o 2° maior exportador de cacau do mundo, hoje tem que importar a fruta.
Reportagem da revista Veja revelou o esquema montado em 1987 para disseminar a praga conhecida como vassoura-de-bruxa em plantações de cacau no sul da Bahia. A praga é mortal aos cacaueiros e espalhou-se de forma espantosa destruindo as lavouras da região. À época, várias hipóteses foram levantadas sobre a chegada da doença nas plantações, inclusive a de sabotagem feita por países produtores de cacau, uma vez que os técnicos econtraram ramos de cacau infectados com vassoura-de-bruxa amarrados em pés de cacau, mas nada ficou comprovado. Dezessete anos depois, o idealizador e executor da sabotagem conta como fez o serviço.
Henrique Franco Timóteo, baiano, técnico em administração e militante do PDT, disse ter se unido a outros cinco amigos do PT para contamin da Bahia. A justificativa dada é a de que queriam acabar com o domínio político dos barões do cacau, cujo poder econômico influenciava a política local. Os petistas eram Everaldo Anunciação, Wallington Duarte, Eliezer Correia e Jonas Nascimento, todos funcionários da Ceplac, órgão do Ministério da Agricultura que cuida do cacau.
Todo o esquema foi montado no final de 1987, num bar conhecido na região onde os amigos se reuniram. Lá, decidiram que Franco Timóteo viajaria de ônibus até o norte do País, onde a vassoura-de-bruxa é uma doença endêmica, e trariam os ramos contaminados para serem implantados nas plantações baianas. Durante quatro anos repetiram a viagem e a sabotagem até que não foi mais preciso. A praga se alastrou rapidamente, com a ajuda do vento.
A primeira fazenda atacada chamava-se Conjunto Santana e pertencia a Francisco Lima Filho, então presidente local da União Democrática Ruralista (UDR) e partidário da candidatura presidencial de Ronaldo Caiado. O primeiro foco de vassoura-de-bruxa foi encontrado no dia 22 de maio de 1989 e, como medida profilática, os técnicos decidiram incinerar todos os pés de cacau da fazenda. Chico Lima ficou arruinado, conta a revista. Hoje ele arrenda as terras que lhe restaram e vive dos lucros de uma distribuidora de bebidas.
Os ataques aconteceram a várias fazendas ao longo da BR-101 e o destino dos seus proprietários foi o mesmo. O resultado da sabotagem foi queda de mais de 50% da produção de cacau e desemprego de mais de 200.000 trabalhadores na região. Até então o Brasil era o segundo maior produtor de cacau do mundo e desde então passou à condição de importador da fruta. Só nos últimos 15 anos o prejuízo ao País chega a US$ 10 bilhões.
Ainda como resultado da sabotagem, em 1992, o primeiro pleito após a devastação das lavouras de cacau, Geraldo Simões elegeu-se prefeito de Itabuna (BA) pelo PT e deu emprego na prefeitura para os amigos cúmplices.
Como não pertencia ao PT, Franco Timóteo não ganhou cargo na prefeitura. Hoje, 17 anos depois, o motivo da confissão, diz Franco Timóteo, é o arrependimento. Os demais envolvidos na história negam qualquer envolvimento e dizem sequer conhecer o técnico baiano Franco Timóteo.
Franco Timóteo prestou depoimento de quatro horas à Polícia Federal, onde confirmou ter sido o responsável pela contaminação das lavouras de cacau do Sul da Bahia pela vassoura-de-bruxa. Confirmou ainda ter recebido ajuda de amigos (técnicos da Ceplac)
http://www.defesanet.com.br/…/AGROTERRORISMO---Petistas-Ac…/
by: Alynthor Werneck
Proxima  → Inicio

0 Comments:

Postar um comentário

Total de visualizações

Postagens mais visitadas

Seguidores

globo visitas